[vc_row css_animation=”” row_type=”row” use_row_as_full_screen_section=”no” type=”full_width” angled_section=”no” text_align=”left” background_image_as_pattern=”without_pattern”][vc_column width=”1/4″][vc_single_image image=”4756″ img_size=”full” alignment=”center” onclick=”link_image” qode_css_animation=”” qode_hover_animation=”zoom_in”][/vc_column][vc_column width=”1/4″][vc_single_image image=”4759″ img_size=”full” alignment=”center” onclick=”link_image” qode_css_animation=”” qode_hover_animation=”zoom_in”][/vc_column][vc_column width=”1/4″][vc_single_image image=”4762″ img_size=”full” alignment=”center” onclick=”link_image” qode_css_animation=”” qode_hover_animation=”zoom_in”][/vc_column][vc_column width=”1/4″][vc_single_image image=”4765″ img_size=”full” alignment=”center” onclick=”link_image” qode_css_animation=”” qode_hover_animation=”zoom_in”][/vc_column][/vc_row][vc_row css_animation=”” row_type=”row” use_row_as_full_screen_section=”no” type=”full_width” angled_section=”no” text_align=”left” background_image_as_pattern=”without_pattern”][vc_column][vc_separator type=”normal”][vc_separator type=”normal”][vc_column_text]“(…) Ora, só um poder local prestigiado, participado, transparente e responsável poderá ser o melhor fator de criatividade e de inovação, de eficiência económica e equidade. O eleito e o eleitor deverão estar à altura das circunstâncias no sentido de cuidarem o melhor possível da qualidade do serviço público. Apenas desse modo, os impostos consentidos e pagos poderão tornar-se elementos de legitimação democrática. (…) O Estado moderno exige, pois, a existência de instrumentos de responsabilização e transparência que permitam aos cidadãos exercer um real controlo quanto à prestação de contas e quanto ao respeito pela sustentabilidade das finanças públicas e pela equidade intergeracional. A obra que ora se apresenta constitui um instrumento fundamental para o conhecimento da responsabilidade financeira, em especial no poder local. Através dela podemos entender melhor as consequências da subsidiariedade para o Direito Financeiro Público – enfatizando a ideia de que só a descentralização favorece a participação, só a proximidade permite o controlo pelos cidadãos do interesse público e do bem comum e que só a transparência pode permitir um apuramento permanente da qualidade do serviço público.” Guilherme d’ Oliveira Martins In Prefácio[/vc_column_text][vc_separator type=”normal”][vc_separator type=”normal”][vc_column_text]
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